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A tradição · Coimbra

A Academiacapa, casa, festa e código

Em Coimbra, a Academia são os estudantes. Têm um traje, casas que se governam sozinhas, duas festas por ano e, desde 1957, a praxe escrita num código: o primeiro tinha 279 artigos e dizia quem mandava em quem, a que horas e com que colher. Há mais de um século que há estudantes a defendê-la e estudantes a contestá-la.

Uma pasta de fitado, com as oito fitas nas cores das faculdades de 1957Esquema
O CÓDIGO

Dezasseis graus, de bicho a Dux

Em 1957 o Conselho de Veteranos pôs a praxe por escrito. A primeira coisa que o Código faz é arrumar toda a gente numa escada.

Constitui Praxe Académica o conjunto de usos e costumes tradicionalmente existentes entre os estudantes da cidade de Coimbra e os que forem decretados pelo Conselho de Veteranos.
Código de 1957, art. 1.ºDocumentado[1]

A hierarquia da Praxe, em escala ascendente

Os graus contam-se por matrículas. Carregue num degrau para ver quem lá estava.

Grau 3 de 16

Caloiro

Quem se matricula pela primeira vez na Universidade de Coimbra, sem ter estado antes noutra escola superior.

Código de 1957, art. 3.º, IIIDocumentado[1]
  • A hierarquia dos animais

    Também escrita, em ordem descendente: bicho, cão, polícia e caloiro.

    art. 15.ºDocumentado[1]
  • As faculdades

    Por ordem: Medicina, Direito, Ciências, Letras e Farmácia. Serve para desempatar veteranos com as mesmas matrículas.

    arts. 14.º e 59.ºDocumentado[1]
  • Os futricas

    Os futricas, e os alunos das escolas técnicas, não podiam usar capa e batina nem pasta. A trupe que apanhasse um tirava-lhe a pasta, a batina e a capa, e rapava-o.

    art. 16.ºDocumentado[1]
  • As horas

    As trupes, grupos de três ou mais estudantes com um ou dois chefes, só andavam entre o terceiro toque da tarde da Cabra e o primeiro da manhã seguinte. Nos dias sem toque da manhã não havia praxe, salvo no Carnaval, aos domingos e nalguns dias à volta das férias.

    arts. 89.º e 274.ºDocumentado[1]
  • As sanções

    Unhas, ou colheradas, com a colher da Praxe e sempre em número ímpar; e rapanço, ao caloiro apanhado pela trupe, se “as crinas do animal” tivessem mais de dois dedos. Sem colher, um veterano podia mandar o infractor descalçar-se, e usava o sapato.

    arts. 21.º, 153.º a 155.ºDocumentado[1]
  • As protecções

    Quem levasse guitarra ou viola e mostrasse à trupe que sabia tocar ficava protegido. Quem estivesse muito embriagado também: a “protecção do Deus Baco”.

    arts. 150.º e 151.ºDocumentado[1]
  • O futebol

    Sempre que a equipa de honra da Académica ganhasse, não havia praxe de trupe.

    art. 77.ºDocumentado[1]
  • As raparigas

    Não praxavam os rapazes nem eram praxadas por eles, e as caloiras não podiam usar pasta. Entre elas, tinham as suas praxes.

    arts. 249.º a 251.ºDocumentado[1]
  • A Sala dos Capelos

    É o último artigo do Código: não é permitido bater palmas na Sala dos Capelos.

    art. 279.ºDocumentado[1]

O código de hoje

Houve códigos novos em 1993 e em 2001. O de agora foi aprovado pelo Conselho de Veteranos a 13 de Setembro de 2022 e tem metade dos artigos do anterior. A escada ficou linear: saíram o bacharel, o marquês e o bolonhês, voltaram os quartanistas, os quintanistas e os duplos quintanistas, entrou o semi-lente, para quem faz doutoramento, e chega-se a veterano com seis matrículas. E diz, por escrito, que se pode praxar pessoas de qualquer género.

Documentado[8]
O TRAJE

Capa e batina, peça a peça

O que o Código de 1957 exigia para se estar “na Praxe”, a eles e a elas. Carregue numa peça.

12345678

Desenho a partir do texto do Código; as proporções são do desenho Esquema

Capa

Preta, com ou sem cortes na parte de baixo, com ou sem distintivos por dentro. Traçada ou sobre os ombros, os distintivos não se podem ver.

Para estar “na Praxe”, nada de distintivos na lapela, lenço à vista, luvas, pulseiras ou boina.

Código de 1957, art. 73.ºDocumentado[1]
  • Até 1950 as raparigas não usavam capa e batina e quase não entravam nas praxes nem na Queima. Mudou quando começaram a ser mais na Universidade.

    Documentado[2]
  • No luto académico de 1969, a greve às aulas via-se no traje: a capa e a batina fechadas de alto a baixo.

    Documentado[2]
  • Com a praxe suspensa depois de 1969, a capa e batina só voltou em 1980, com a primeira Queima das Fitas pública desde a crise.

    Documentado[2]
RetratoDomitila de Carvalho, a primeira aluna, em 1891: dispensada do traje, obrigada ao preto
AS INSÍGNIAS

Uma fita, depois oito

No quarto ano, o grelo; no quinto, as fitas, na cor da faculdade. As medidas são as do Código.

A faculdade · Cores de 1957
Grelo3,5 × 20 cmFitas8 × (7,5 × 40 cm)
Desenho; as medidas das fitas são as do Código de 1957 Esquema

O grelo

Uma fita de 3,5 cm por 20, à volta da pasta, acabada em laço, com três nós no máximo. Se o laço se desfizesse puxado por uma ponta, eram unhas. No grelo podia escrever-se o dia em que se foi buscar, o dia da latada de imposição e um ponto de interrogação.

Código de 1957, arts. 259.º a 261.ºDocumentado[1]

As fitas

Oito fitas de 7,5 cm por 40, presas à volta da pasta. Faltando uma, eram unhas, a menos que estivessem recolhidas.

Código de 1957, arts. 262.º e 263.ºDocumentado[1]

A pasta

Só para doutores e doutoras. Dentro, pelo menos um livro, uma sebenta ou um caderno; na falta deles, um papel com cinco palavras escritas pelo dono.

Código de 1957, arts. 254.º e 255.ºDocumentado[1]

Quem assina as fitas

Só depois das férias da Páscoa. Com a pasta aberta e virada para baixo, começa-se junto ao monograma e segue-se para a direita:

  1. Professores
  2. Pais
  3. Noivo, noiva, marido ou mulher
  4. Colegas
  5. Amigos
  6. Parentes próximos
  7. Irmãos e colegas de curso
Código de 1957, art. 264.ºDocumentado[1]
O ANO

Da Latada à Queima

A praxe tem calendário: começa três dias antes das aulas e acaba com a Queima das Fitas.

  1. Três dias antes da abertura

    Começa a praxe

    A praxe começa três dias antes da abertura oficial da Universidade.

    Código de 1957, art. 273.ºDocumentado[1]
  2. Depois dos exames de Outubro

    Latadas de imposição

    Cada ano ou curso faz a sua latada, no dia que combinar, e às dez da manhã põem-se o grelo e as fitas que se vão usar no ano.

    Código de 1957, art. 258.ºDocumentado[1]
  3. Depois da Páscoa

    Assinam-se as fitas

    Os quintanistas só podem mandar assinar as fitas depois das férias da Páscoa.

    Código de 1957, art. 264.ºDocumentado[1]
  4. No cortejo da Queima

    O caloiro passa a pastrano

    No dia do cortejo da Queima das Fitas os caloiros deixam de o ser: passam a pastranos até ao ano seguinte.

    Código de 1957, art. 3.º-VDocumentado[1]
  5. No último dia da Queima

    Acaba a praxe

    A praxe termina no último dia da Queima das Fitas.

    Código de 1957, art. 273.ºDocumentado[1]
As festas de hoje
29 de Setembro a 4 de Outubro de 2026

Festa das Latas e Imposição de Insígnias

Recebe os caloiros: serenata, cortejo da Latada, imposição de insígnias e concertos na Praça da Canção.

Documentado[7]
Maio

Queima das Fitas

Despede os finalistas. Abre com a Serenata Monumental, à meia-noite, no largo da Sé Velha.

Documentado[6]
A PRAXE

Três séculos de regra e de contestação

Os costumes dos estudantes foram proibidos pelo rei, amansados pela imprensa, escritos pelos veteranos e postos de luto em 1969. Sempre houve quem os defendesse e quem os recusasse.

  1. 1309

    Começa o foro académico: a Universidade tem tribunal, prisão e polícia próprios, e os estudantes, os seus criados e as suas famílias ficam quase fora do alcance da justiça do rei. Dura até 1834.

    Documentado[2]
  2. 1727

    A 7 de Janeiro, D. João V suspende as práticas rituais dos estudantes, por causa das investidas mortais aos novatos.

    Documentado[2]
  3. 1848

    É proibido o tributo que o caloiro pagava para entrar na Lusa Atenas.

    Documentado[2]
  4. c. 1860

    A palavra “Praxe” aparece nos textos, a juntar num só nome costumes que andavam dispersos.

    Documentado[2]
  5. 1900

    Até aqui, os caloiros levavam canelões e palmatoadas debaixo da Porta Férrea. As críticas, de dentro e de fora da Academia, acabaram com isso.

    Documentado[2]
  6. 1905

    José de Arruela, de Direito, que desde 1902 publica panfletos contra a praxe, cria um grupo para receber os novos alunos com música e festa, e propõe lançar-lhes flores em vez de canelões.

    Documentado[2]
  7. 1928

    A 31 de Outubro, um manifesto de estudantes progressistas chama à praxe anacrónica, brutal, hipócrita, cobarde e iníqua.

    Documentado[2]
  8. 1957

    A 1 de Março, o Conselho de Veteranos aprova o primeiro Código da Praxe. É publicado como projecto, mas vale desde logo.

    Documentado[1]
  9. 1959

    Flávio Vara, que contestara a praxe, é declarado futrica por um decreto do Conselho de Veteranos em latim macarrónico.

    Documentado[2]
  10. 1969

    No princípio da crise académica, a 22 de Abril, o Conselho de Veteranos decreta luto académico e cancela a Queima das Fitas.

    Documentado[4]
  11. 1974

    Depois do 25 de Abril, os costumes académicos são rejeitados em bloco, com o regime que os tinha adoptado. A praxe fica suspensa.

    Documentado[2]
  12. 1980

    Depois do regresso do fado em 1978 e de uma Semana Académica em 1979, uma Queima das Fitas pública traz de volta a capa e batina e as praxes.

    Documentado[2]
  13. 2001

    Novo Código, depois do de 1993. No mesmo ano, estudantes de Letras contra a praxe distribuem um Manual do Primeiranista.

    Documentado[2]
  14. 2022

    Novo Código, com metade dos artigos. Diz, por escrito, que se pode praxar pessoas de qualquer género.

    Documentado[8]
Usar capa e batina, ou ir à Queima, não diz de que lado se está: as secções da Académica vestem o traje quando actuam, e em 1969 foi de capa fechada que os estudantes fizeram greve.
Documentado[2]
AS REPÚBLICAS

Casas que se governam sozinhas

Uma república é uma casa de estudantes que vivem em comum e decidem em conjunto. Carregue numa casa, ou escolha-a na lista.

Porta FérreaSé VelhaPenedo da SaudadePraça da República8casas · aproximar9103casas · aproximar141516171819202122

Da Alta a Celas

Muitas ficam na Alta, à volta da Couraça dos Apóstolos, onde as casas se encostam umas às outras; as outras espalham-se pela Praça da República e por Celas. Escolha uma para ver a ficha.

Medido[11]

Como se vive numa república

Reunião de casa
É onde tudo se decide. Os elementos efectivos entram por unanimidade, depois de seis meses a um ano “à experiência”. Documentado[2]
Mor
O mais antigo da casa. Antes de 1969 era um título respeitado; depois, a autoridade passou a ser sobretudo moral. Documentado[2]
Comensais
Amigos que só vêm às refeições. Quem passa encontra porta aberta, uma refeição e uma cama. Documentado[2]
“À palha!”
A chamada para a mesa, à voz ou com um sino. Às vezes com um acrescento: “À palha, seus animais!” Documentado[2]
Bandeira e grito
Cada casa tem bandeira negra, com o nome e um emblema, e um grito seu. Algumas escrevem na bandeira “Dura Praxis, sed Praxis”. Documentado[2]
Solar, república, real república
Desde 1948, três graus, pela antiguidade da casa. Os estatutos do Conselho das Repúblicas de 1986 acabaram com a hierarquia entre eles: só ficou que um solar não pode convocar o Conselho. Documentado[2]

Sete séculos de casas partilhadas

  1. 1309

    Um diploma de D. Dinis, de 15 de Fevereiro, manda construir casas na zona de Almedina para arrendar a estudantes.

    Documentado[3]
  2. 1537–41

    D. João III manda construir doze moradas na nova Rua de São Sebastião: onze divisões em dois pisos, uma sala comum e quintal com cisterna, para oito a dez estudantes.

    Documentado[3]
  3. 1834

    O decreto de 28 de Maio extingue os colégios e deixa os estudantes sem casa. As comunidades de estudantes em casas arrendadas crescem, e é deste tempo o nome “república”.

    Documentado[3]
  4. 1948

    A Alta começa a ser demolida para a Cidade Universitária. Em Fevereiro suspende-se a ordem de despejo das casas de estudantes, e nasce o Conselho das Repúblicas.

    Documentado[3]
  5. 1961

    Uma lista única, saída das repúblicas, ganha as eleições da Associação Académica à comissão que o Governo lá tinha posto desde os anos 30.

    Documentado[2]
  6. 1969

    Muitos dos dirigentes da crise académica são repúblicos. Mário Soares faz uma conferência nos Kágados.

    Documentado[2]
  7. 1972

    Funda-se a Rosa Luxemburgo, república de raparigas, com o nome de uma revolucionária.

    Documentado[2]
  8. 1974

    Com a praxe suspensa, suspende-se também o Conselho das Repúblicas. Algumas casas trocam o nome “república” por “comuna”.

    Documentado[2]
  9. 1982

    Em 1982 e em 1986 o Estado toma medidas para proteger as repúblicas, reconhece-lhes valor patrimonial e paga obras de restauro nalgumas.

    Documentado[2]
  10. 2002

    Há vinte e sete repúblicas, duas delas femininas. As rendas vão de 25 a 50 euros por mês.

    Documentado[2]
  11. 2019

    A Câmara já reconheceu a dez repúblicas o estatuto de interesse histórico e cultural ou social local, contra a pressão imobiliária.

    Documentado[9]
  12. 2023

    A 11 de Dezembro, a Câmara aprova um regulamento para ajudar as repúblicas a comprar a casa onde vivem: até 10 % do preço, com o máximo de 50 000 euros.

    Documentado[10]
AS FESTAS

A Queima e a Latada

A Queima das Fitas despede-se dos que acabam o curso; a Latada recebe os que chegam. As duas nasceram no século XIX.

A Queima das Fitas, ano a ano

  1. anos 1850

    Começam a queimar-se as fitas de algodão que atavam as pastas das sebentas.

    Documentado[4]
  2. 1919

    Depois da Grande Guerra, os estudantes elegem uma Comissão de Quartanistas para organizar as festas.

    Documentado[4]
  3. 1920

    Primeiro programa oficial: os saraus do ano juntam-se à volta de 27 de Maio.

    Documentado[4]
  4. 1929

    Garraiada.

    Documentado[4]
  5. 1930

    Missa de Bênção das Pastas.

    Documentado[4]
  6. 1932

    Venda das Pastinhas.

    Documentado[4]
  7. 1933

    Baile de Gala das Faculdades.

    Documentado[4]
  8. 1946

    Imposição de Insígnias dos Quartanistas.

    Documentado[4]
  9. 1949

    Serenata Monumental.

    Documentado[4]
  10. 1969

    Luto académico: não há Queima.

    Documentado[4]
  11. 1979

    Uma Semana Académica com tudo o que a Queima tinha.

    Documentado[4]
  12. 1980

    Volta a chamar-se Queima das Fitas.

    Documentado[4]

A Latada

  1. séc. XIX

    No dia do último exame de cada faculdade, os caloiros saíam com tachos, latas, cornetas, gaitas e penicos a perturbar quem ainda estava em exames. Quem ia no cortejo subia de grau.

    Documentado[5]
  2. 1901

    Os lentes põem todos os exames a acabar no mesmo dia, para acabar com as latadas seguidas que começavam em Maio.

    Documentado[5]
  3. anos 50

    A Latada volta, agora no princípio do ano e com a imposição de insígnias. O cortejo passa pelo Mercado D. Pedro V para comprar o nabo; os caloiros levam cartazes a troçar do regime, com a PIDE a ver.

    Documentado[5]
  4. 1969

    Interrompida pelo luto académico.

    Documentado[5]
  5. 1981

    Uma “Semana de Recepção ao Caloiro” acaba por dar na Festa das Latas e Imposição de Insígnias de hoje.

    Documentado[5]

A Latada e a Queima têm datas todos os anos.A Queima abre com a Serenata Monumental; a Festa das Latas começa com a sua serenata.

Referências
  1. M. Saraiva de Andrade e V. Dias Barros (1957), Código da Praxe Académica de Coimbra, revisão de Américo Patrão (Dux-Veteranorum), Arlindo Pinto Gonçalves, Fausto Vaz Morais e Jorge Serrano Pinto; aprovado por decreto do Conselho de Veteranos de 1 de Março de 1957. Coimbra: Coimbra Editora.
  2. A. Frias (2003), “Praxe académica e culturas universitárias em Coimbra: lógicas das tradições e dinâmicas identitárias”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 66, pp. 81–116. www.ces.uc.pt/publicacoes/rccs/artigos/66/RCCS66-081-116-Anibal%20Frias.pdf
  3. A. Ribeiro (Museu Académico), “Perspectiva histórica da República de Coimbra”, Rua Larga, n.º 19, Universidade de Coimbra. www.uc.pt/ciuc/rualarga/anteriores/19/16
  4. Associação Académica de Coimbra, Queima das Fitas (história da festa). academica.pt/festas-academicas/queima-das-fitas
  5. Associação Académica de Coimbra, Festa das Latas e Imposição de Insígnias (história da festa). academica.pt/festas-academicas/festa-das-latas
  6. Câmara Municipal de Coimbra, Queima das Fitas (eventos regulares). www.cm-coimbra.pt/areas/viver/cultura/eventos-regulares/queima-das-fitas
  7. Festa das Latas e Imposição de Insígnias 2026, programa (lido a 28 de Setembro de 2026). festadaslatas.pt
  8. A Cabra, Jornal Universitário de Coimbra (2022), “Novo código de praxe da UC é apresentado à comunidade académica”, 17 de Setembro. acabra.pt/2022/09/novo-codigo-de-praxe-da-uc-e-apresentado-a-comunidade-academica
  9. Notícias de Coimbra (2019), “Coimbra reconheceu interesse cultural a dez repúblicas de estudantes”, 9 de Dezembro. www.noticiasdecoimbra.pt/coimbra-reconheceu-interesse-cultural-a-dez-republicas-de-estudantes
  10. Câmara Municipal de Coimbra (2023), “Executivo aprova Regulamento de Proteção de Entidades de Interesse Histórico e Cultural”. www.coimbra.pt/2023/12/executivo-aprova-regulamento-de-protecao-de-entidades-de-interesse-historico-e-cultural
  11. Casas das repúblicas, edifícios, jardins e ruas da planta: OpenStreetMap, contribuidores (ODbL). www.openstreetmap.org/copyright